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Do presidente com ‘gripezona’, a Ministro contra o Meio Ambiente, Major da Educação e Cabral delatando

Candidato a Ministro cochichando ao pé do ouvido de Bolsonaro - Foto Najara araújo câmara dos deputados

– E a gripezinha pegou o Presidente. Bolsonaro fez o teste que deu positivo para a Covid 19. Assim em seu costumeiro encontro com apoiadores no Jardim do Palácio da Alvorada, por volta das 18h de 06/07, disse que esteve com 38°C de febre e 96% de taxa de oxigenação no sangue, e contou que está tomando hidroxicloroquina. “Eu vim do hospital agora, eu fiz uma chapa no pulmão. Está limpo o pulmão. Está tudo bem”. Desta forma o resultado do exame deve sair por volta do meio-dia desta terça (7). O Presidente deve estar torcendo para estar certo em não ter usado máscaras, ter se exposto a aglomerações, meio ambiente e incentivar o uso da hidroxicloroquina, você não acha?

– Cabral continua destruindo o Rio. Foi assim em nova delação quando o ex-governador revelou mais sobre as espantosas relações corruptas entre empreiteiras e políticos de seu grupo. As informações foram dadas em audiência virtual, em 06/07, relativa a ação cível penal que apura propinas pagas pela Odebrecht nas obras da Linha 4 do Metrô do Rio e do Maracanã. Sérgio Cabral contou ao juiz Marcelo Bretas como transferiu seus “poderes da propina” ao sucessor, Luiz Fernando Pezão, às vésperas de deixar o governo do Rio, em abril de 2014, em reunião entre ele, Pezão e o chamado ‘príncipe dos empreiteiros’, Marcelo Odebrecht. Portanto à época ele explicou ao empresário que os 5% de propina para cada obra feita pela Odebrecht deveriam ser a partir dali entregues a Pezão. Então que ele deixaria de ser Pezão para ser…o Mãozão?

Cabral abrindo a boca de novo num ambiente em que já está acostumado – imagem: reprodução

Ministro do Meio ambiente que não está preocupado com desmatamento?

Um Ministro do Meio Ambiente que não protege o meio ambiente. Simplesmente é assim que Procuradores do Ministério Público Federal (MPF) avaliam ao pedir o afastamento de Ricardo Salles. Na ação os procuradores creditam a Salles, “a desestruturação de políticas ambientais, o esvaziamento de preceitos legais para favorecer interesses que não têm relação com a finalidade da pasta que ocupa”. “O processo de desestruturação foi realizado por atos, omissões e discursos do acusado, em conduta dolosa (intencional) com o objetivo de fragilizar a atuação estatal na proteção ao meio ambiente. Portanto identificam-se atos que atendem a uma lógica totalmente contrária ao dever estatal de implementação dos direitos ambientais. Isto é bastante explícito na exoneração de servidores logo após uma fiscalização ambiental bem sucedida num dos pontos críticos do desmatamento na Amazônia Legal”- diz a ação judicial. Talvez o Ministro Ricardo Salles precise de umas aulas de educação ambiental.

Bom dia Major! Professor? Ministro?

– “Alunos prontos para a aula?” “Sim senhor, Major, Senhor!” A cena utópica poderia acontecer se o novo cotado para Ministro até fosse oriundo da educação, mas nem tanto. O deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), líder do Governo, foi sondado por Jair Bolsonaro para ser o novo Ministro da Educação , “ele me perguntou se eu toparia, caso me escolhesse, disse que sim”. Segundo o Major o presidente tem preocupação especial com o ensino básico, com o ensino profissionalizante e com resultados do Brasil no Pisa. Mestre em Operações Militares; Especialista em Direito Militar; Bacharel em Ciências Militares e em Direito. não é exatamente um homem da educação. O presidente tem uma lista de possíveis ministros como o presidente do (Inep), Marcus Vinícius Rodrigues;  o reitor do (ITA), Anderson Correia; o reitor da UNOESC, Aristides Cimadon e o atual presidente da Capes, Benedito Guimarães Neto. Dá para pensar melhor Jair?

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